Mafra

Concelho
Mafra
Área
47,67km².
População
11 276 (hab. 2001)
Densidade
236,5 hab / km²
Orago
Santo André
→ Mafra é uma vila portuguesa no Distrito de Lisboa, região de Lisboa e subregião da Grande Lisboa, com cerca de 11 300 habitantes.
É sede de um município com 291,42 km² de área e 66 453 habitantes (2006) [1], subdividido em 17 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Torres Vedras, a nordeste por Sobral de Monte Agraço, a leste por Arruda dos Vinhos, a sueste por Loures, a sul por Sintra e a oeste tem litoral no oceano Atlântico. Mafra é famosa pelo seu palácio-convento, mandado construir por D. João V no século XVIII e que constitui a mais grandiosa obra do barroco português.


Palácio Nacional de Mafra
O Palácio Nacional de Mafra é um palácio e mosteiro monumental de estilo barroco localizado em Mafra (Portugal) a cerca de 25 quilómetros de Lisboa. Foi iniciado em 1717 no reinado de D. João V, em consequência de uma promessa que o jovem rei fizera se a rainha D. Maria Ana de Áustria lhe desse descendência. Classificado como Monumento Nacional em 1910, foi considerado uma das Sete Maravilhas de Portugal a 7 de Julho de 2007.

Igreja de Santo André (Mafra)
A Igreja de Santo André localiza-se na Vila Velha (freguesia de Mafra), a 1000 m do Convento de Mafra, pela antiga Rua Serpa Pinto. De estilo romano-gótico é o templo mais antigo da freguesia de Mafra.
Foi construída entre o séc. XIII e o séc. XIV e posteriormente reformulada durante os sécs. XVII-XVIII. No século passado foi restaurada devido à sua avançada degradação e, em 1935, foi classificada como Monumento Nacional.


Transportes
Rede Rodoviária
O Concelho de Mafra é constituído por uma rede viária que serve toda a região, tendo como eixos principais as estradas nacionais - EN 8, EN 9, EN 116 e EN 247 - e asa estradas secundárias (municipais), permitindo a ligação os municípios de Torres Vedras, Sintra, Loures, Sobral de Monte Agraço e Lisboa.
Para além destas estradas, o Município é servido, ainda, pela Auto-Estrada A8 (auto-estrada) (Lisboa - Leiria, com as seguintes saídas no Concelho de Mafra: Venda do Pinheiro, Malveira e Enxara dos Cavaleiros), e pela A21 (auto-estrada) (Ericeira – Mafra – Malveira, com as seguintes saídas: Ericeira, Mafra Oeste, Mafra Este, Malveira e Venda do Pinheiro), contribuindo para a melhoria das deslocações de passageiros e mercadorias e, consequentemente, para o desenvolvimento do próprio Concelho.
Rede Ferroviária
O Concelho é servido pela Linha do Oeste, com estações em Mafra (estação Mafra-Gare) e Malveira, e apeadeiros em Alcainça–Moinhos e Jeromelo, desempenhando funções, essencialmente, interurbanas e regionais, quer em termos de transportes de mercadorias (sobretudo na estação da Malveira), quer em termos de passageiros


Actividades económicas
Agricultura, cerâmica, serviços, serralharia civil, artes gráficas, comércio e panificação

Artesanato
Cerâmica e olaria

Gastronomia
Fradinhos, sinos, pinguins, doces regionais, bolo-rei, bolos saloios, carne de porco Mercês e pão de Mafra

Festas e Romarias
→ Nossa Senhora da Paz (1.ª semana de Julho)
→ S. João de Deus (última semana de Julho e 1.ª semana de Agosto),
→ Nossa Senhora da Saúde, S. Sebastião (última semana de Agosto)
→ Senhora do Arquitecto (última semana de Maio)

Curiosidades:
Jardim do Cerco - Palácio de Mafra
Situado entre o majestoso Palácio de Mafra e a Tapada de Mafra, com um traçado tipicamente Barroco, o Jardim do Cerco foi criado por D. João V em 1718. Este fabuloso jardim é constituído por duas partes distintas: o Jardim Botânico, de preocupação estética, contendo o lago, e o Bosque, de carácter mais paisagístico. De livre acesso a quem queira visitar este espaço mágico, no Jardim do Cerco entra-se num idílico universo barroco, de reis e príncipes, com maravilhosos jogos de água, por entre plátanos, cedros e azevinhos: o jardim perfeito para a obra majestosa do Palácio de Mafra. Até à extinção das ordens religiosas, em 1834, o Jardim do Cerco foi utilizado pelas congregações que residiram no Convento de Mafra, passando então a pertencer à Casa Real, que detém igualmente posse do Palácio e da Tapada, até à instauração da Republica. Hoje em dia pertence á Câmara Municipal de Mafra, que o mantém como espaço comum de todos os que o desejem usufruir.No espaço do Jardim do Cerco existe igualmente um Parque infantil e um Parque de Merendas.





Laura carvalho 11ºF

Castelo de Vide




Apesar de Castelo de Vide ter ficado fora dos planos, aqui vai um cheirinho deste interessante cantinho do mundo:


"CASTELO DE VIDE: vilazinha medieval, cidadezinha moderna", como um historiador local a definiu, reúne um conjunto de valências que a tornam singular e admirável.
Da história, herdou vastos e ricos patrimónios. Se, por um lado, a arquitectura civil soube ir sedimentando, casa sobre casa, século após século, um casario harmonioso e singular, por outro, a arquitectura militar, colocando pedra sobre pedra, defendeu os moradores e as sucessivas guarnições acasteladas através de sólidas e imponentes muralhas, baluartes e torres - hoje miradouros de paisagens que desafiam os próprios limites da visão humana.
Desde as ruelas sinuosas e calçadas floridas do Burgo e Judiaria Medievais até às Praças modernas e sóbrias, destacam-se elementos artísticos e símbolos que perpetuam e monumentalizam a memória de culturas, de personalidades e de vivências, trazendo a cada momento do presente os mistérios e o fascínio do passado.
Este conjunto patrimonial, integralmente classificado como monumento nacional, resulta hoje num Centro Histórico Notável, circunscrito por cerca de 2,5 km de muralhas, proporcionando roteiros e ambientes maravilhosos e recebendo anualmente milhares de visitantes que a ele ocorrem vindos de todo o mundo.
Mas aqui a natureza também foi pródiga. Nestes campos vivem espécies vegetais e animais de origem mediterrânica, atlântica e continental, que coexistem numa paisagem de qualidade e intensa de contrastes. Esta riqueza ambiental permitiu classificar o lugar em área protegida, parte integrante do Parque Natural da Serra de São Mamede, onde os percursos convidam ao encontro e à descoberta da natureza.
A magia e a beleza deste Lugar completam-se com a forte herança cultural, enraizada por sucessivas gerações de homens e mulheres, anónimos ou ilustres, que a comunidade local ainda orgulhosamente preserva. No ciclo das festividades anuais assumem um valor inigualável alguns momentos, que consubstanciam séculos de tradições, de usos e costumes: manifestações duma personalidade colectiva de pessoas afáveis e hospitaleiras habituadas a receberem forasteiros e a despedirem-se como amigas.
Aqui, onde o tempo é vida, ninguém é indiferente às matizes da paisagem envolvente, à textura da pedra, aos sabores e aromas que transportam os segredos que a história confeccionou. Aqui, onde o tempo é tempo, vale a pena conhecer e desfrutar, demoradamente, caindo na doce nostalgia e quietude que a vila oferece e guardar o Lugar na memória.
Castelo de Vide, terra fundada na medievalidade, vive hoje preservando os seus marcos identitários ao mesmo tempo que assume um desenvolvimento integrado e sustentado dos seus recursos endógenos, ambicionando manter padrões de modernidade e planificando um futuro próspero para as gerações vindouras.
Ao Mundo Global que hoje trilha por estes caminhos virtuais, fica, pois, aqui este convite à realidade, apresentado por palavras e imagens infinitamente incompletas face ao deslumbramento desta "vilazinha medieval, cidadezinha moderna". in www.cm-castelo-vide.pt

Numa área de 264,83 km² vivem cerca de 3748 Videnses...


Além disso, a SIC exibiu recentemente uma reportagem sobre Castelo de Vide como destino turistico, se nao viste aproveita:

Lisboa

História de Lisboa

A baixa lisboeta, também chamada baixa pombalina por ter sido edificada por ordem do Marque de pombal sob plano de Eugénio dos Santos à sequencia do terramoto de 1755, situa-se entre o terreiro do paço, junto ao rio Tejo e ao Rossio, longitudinalmente entre o cais do Sodré, o chiado e o Carmo de um lado , a sé e o Castelo de S.jorge do outro. Nesta praça o Rei D.Carlos e o seu filho Luís Filipe, foram assassinados.
No dia 25 de Abril de 1974 esta praça assistiu á Revolução. Hoje é usado para eventos culturais.
Curiosidades sobre a Cidade: O terramoto de 1755 também conhecido por Terramoto de Lisboa ocorreu no dia 1 de Novembro de 1755 e resultou a destruição quase completa da cidade de Lisboa. O Sismo foi seguido de um tsunami. Foi um dos sismos mais mortíferos da história, Chegando a atingir magnitude de 9 da escala de Richter.
A 25 de Agosto de 1988 deflagrou um desastroso incêndio numa loja da Rua do Carmo. O Fogo Propagou-se para a rua Garrett. O projecto de renovação foi idealizado por Siza Vieira.
Dos Locais e Monumentos referidos, durante o percurso Queirosiano, visitamos o Chiado, rua Garrett, Rossio e Terreiro do Paço

Clima

Lisboa é uma das capitais mais amenas da Europa, com um clima fortemente influenciado pela Corrente do Golfo. A Primavera é fresca a quente (de 8°C a 26°C) com sol e alguns aguaceiros. O Verão é seco, quente com algum vento e temperaturas entre 16°C a 35°C. O Outono é ameno e instável, com temperaturas entre 12°C e 27°C e o Inverno é tipicamente chuvoso e fresco, também com algum sol (temperaturas entre 3°C e 18°C). A temperatura mais baixa registada foi de -2,2°C e a mais elevada foi de 43°C. [7] É muito raro nevar — nevou ligeiramente nos dias 29 de Janeiro de 2006 e 28 de Janeiro de 2007, depois de mais de 40 anos sem ocorrência de neve. Em média há 3300 horas de sol e 100 dias de chuva por ano. [8]

Ambiente
Lisboa é uma cidade repleta de espaços verdes, de variadas dimensões. Foi nesta cidade que surgiu o primeiro jardim botânico português: Jardim Botânico da Ajuda. Alguns dos jardins da cidade estão em processo de recuperação, no intuito da criação de um corredor verde na cidade. Em temos de qualidade do ar, apresenta elevados níveis de poluição atmosférica, com elevados níveis de exposição da população a partículas inaláveis, o que provoca em média uma diminuição da longevidade dos residentes em seis meses. A poluição atmosférica é mais acentuada em torno das principais vias rodoviárias, em virtude da utilização excessiva de tráfego automóvel, que por sua vez é causada por uma política de mobilidade urbana pouco eficiente e raramente articulada, um pouco como se verifica na maioria das grandes cidades mundiais.


Demografia
A população de Lisboa esta em queda e a área metropolitana de Lisboa esta em crescimento populacional.As mulheres representam mais de metade da população e Lisboa apresenta uma estrutura etária envelhecida.A cidade e a sua área metropolitana concentram 27% da população do país.

Cultura

Lisboa é uma cidade com uma vibrante vida cultural, e é também uma das cidades mais cosmopolitas da Europa.
Foi capital Europeia da cultura em 1994 e tem vindo a acolher uma serie de eventos internacionais como por exemplo a Expo 98, o Rock in Rio , Euro 2004, entre outros.


Noite
O eixo Alfama-Baixa/Chiado-Bairro alto é palco para a cultura erudita como para a popular. Na noite lisboeta a oferta é variada: a um jantar com fado ao vivo no Bairro Alto pode seguir-se um espectáculo de ópera no São Carlos, ou um concerto no Coliseu dos Recreios. Pode continuar-se com música electrónica mais alternativa na ZDB, ou com uma viagem pelos muitos bares e discotecas do Bairro Alto ou de toda a zona ribeirinha da cidade. Quando o Sol nasce é tempo de ver os turistas que enchem os monumentos e lugares históricos, como o castelo, o bairro típico de Alfama ou Belém.
A musica tradicional Lisboeta é como todos sabem o Fado.

Gastronomia

A gastronomia de Lisboa está influenciada pela sua proximidade do mar. Especialidades tipicamente lisboetas são as pataniscas de bacalhau e os peixinhos da horta. Também se pode desfrutar das saborosas sardinhas (principalmente nas épocas festivas, como no Santo António). O famoso Bife à Café, é outro "ex.líbris" alimentar da capital. O doce mais famoso de Lisboa, é o Pastel de Nata, cujos mais famosos são os de Belém, que são feitos numa antiga fabrica na Freguesia de Belém. Reza a lenda, que há mais de 500 anos, uma cozinheira, não tinha ingredientes suficientes para fazer um doce, e que resolveu inventar, ai nasceram os Pastéis de Belém. Foram fabricados durante anos no Mosteiro dos Jerónimos, em Belém, só há poucos anos é que mudaram o seu local de fabricação.

Viseu

História
Viseu
As origens de Viseu remontam à época castreja e, com a Romanização, ganhou grande importância, quiçá devido ao entrocamento de estradas romanas de cuja prova restam apenas os miliários (passíveis de validação pelas inscrições) que se encontram: dois em Reigoso (Oliveira de Frades), outros dois em Benfeitas (Oliveira de Frades), um em Vouzela, dois em Moselos (Campo), um na cidade (na Rua do Arco), outro em Alcafache (Mangualde) e mais dois em Abrunhosa (Mangualde); mais existem, mas devido à ausência de inscrições, a origem é duvidosa. Estes miliários alinham-se num eixo que parece corresponder à estrada de Mérida (Espanha) que se intersectaria com a ligação Olissipo-Cale-Bracara, outros dois pólos bastante influentes.
Talvez por esse motivo se possa justificar a edificação da estrutura defensiva octogonal, de dois quilómetros de perímetro - a Cava de Viriato .Viseu está associada à figura de Viriato, já que se pensa que este herói lusitano tenha talvez nascido nesta região. Depois da ocupação romana na península, seguiu-se a elevação da cidade a sede de diocese, já em domínio visigótico, no século VI. No século VIII, foi ocupada pelos muçulmanos, como a maioria das povoações ibéricas e, durante a Reconquista da península, foi alvo de ataques e contra-ataques alternados entre cristãos e muçulmanos. De destacar a morte de D. Afonso V de Galiza e Leão rei de Leão e Galiza no cerco a Viseu em 1027 morto por uma flecha oriunda da muralha árabe cujos vestígios seguem a R. João Mendes, Largo de Santa Cristina e sobem pela R. Formosa. A reconquista definitiva caberia a Fernando Magno, rei de Leão e Castela depois de assassinar em 1O37 o legítimo Rei Bermudo III (filho de Afonso V) vencedor da batalha de Cesar em 1035 (segundo a crónica dos Godos).Mesmo antes da formação do Condado Portucalense, Viseu foi várias vezes residência dos condes D. Teresa e D. Henrique que, em 1123 lhe concedem um foral. O segundo foral foi-lhe concedido pelo filho dos condes, D. Afonso Henriques, em 1187, e confirmado por D. Afonso II, em 1217.




Já no século XIV, durante a crise de 1383-1385, Viseu foi atacada, saqueada, e incendiada pelas tropas de Castela e D. João I mandou erigir um cerco muralhado defensivo - do qual resta pouco mais que a Porta dos Cavaleiros e a Porta do Soar, para além de escassos troços de muralha - que seriam concluído apenas no reinado de D. Afonso V - motivo pelo qual a estrutura é conhecida pelo nome de muralha afonsina - já com a cidade a crescer para além do perímetro da estrutura defensiva. No século XV, Viseu é doada ao Infante D. Henrique, na sequência da concessão do título de Duque de Viseu, cuja estátua, construída em 1960, se encontra na rotunda que dá acesso à rua do mesmo nome. Seu irmão D. Duarte, (rei) nasceu em Viseu, 31 de Outubro de 1391.No século XVI, em 1513, D. Manuel I renova o foral de Viseu, e assiste-se a uma expansão para actual zona central, o Rossio que, em pouco tempo, se tornaria o ponto de encontro da sociedade, e cuja primeira referência data de 1534
É neste século que vive Vasco Fernandes, um importante pintor português cuja obra se encontra espalhada por várias igrejas da região e no Museu Grão Vasco, perto da Sé.
No século XIX é construído o edifício da Câmara Municipal, no Rossio, transladando consigo o centro da cidade, anteriormente na parte alta. Daí ao cume da colina, segue a Rua Direita, onde se encontra uma grande parte de comércio e construções medievais.



Geografia

Viseu tem uma posição central em relação ao Distrito e ao Município, localizando-se no designado "Planalto de Viseu".
É envolvida por um sistema montanhoso, constituído a norte pelas Serras de Leomil, Montemuro e Lapa, a noroeste a Serra do Arado, a sul e sudoeste as Serras da Estrela e Lousã, e a oeste a Serra que mais directamente influencia esta área, a do Caramulo. O município caracteriza-se por uma superfície irregular com altitudes compreendidas entre os 400 e os 700 m.
Situado numa zona de transição, o concelho apresenta um conjunto de microclimas. A Serra do Caramulo, localizada a oeste do Concelho, assume um papel de relevo em termos climáticos, ao atenuar as influências das massas de ar de oeste (embora o vale do Mondego[7] facilite a sua penetração). Assim, o clima de Viseu caracteriza-se pela existência de elevadas amplitudes térmicas, com Invernos rigorosos e húmidos e verões quentes e secos.
A maior extensão do município é composta por granitos, sendo esta rocha a principal responsável na formação dos solos existentes. Em menor percentagem ocorrem formações quartezitas e gneisses do Pré-Câmbrico e arcaico


Cidade de Viseu
.
Capital do Distrito de Viseu, na região Centro e sub-região de Dão-Lafões com 47 250 habitantes, sendo por isso a terceira maior e mais populosa cidade no Centro de Portugal, a seguir a Coimbra e Aveiro.
É sede de um município com 507,10 km² de área, com 34 freguesias e 100167 habitantes segundo os últimos dados do INE de 2008 O município é limitado a norte pelo município de Castro Daire, a nordeste por Vila Nova de Paiva, a leste por Sátão e Penalva do Castelo, a sueste por Mangualde e Nelas, a sul por Carregal do Sal, a sudoeste por Tondela, a oeste por Vouzela e a noroeste por São Pedro do Sul.
Para além de sede de distrito e de concelho, Viseu é igualmente sede de Diocese e de Comarca. Alberga inúmeros serviços estatais.
Segundo um estudo da DECO de 2007, Viseu é a 17ª melhor cidade europeia, entre as 76 do estudo, sendo ainda a melhor das 18 cidades capitais de distrito portuguesas com melhor qualidade de vida, quando inquiridas as populações destas cidades


Clima
Situando-se numa zona de trânsito apresenta um conjunto de microclimas. A montanha do Caramulo, que é localizada a oeste do distrito, assume um papel de quitação do clima que atenua as influências da massa em de ar que chegam de oeste (montando pelo vale do rio Mondego).


Demografia
População do concelho de Viseu e população em Portugal
Pop 1991
Pop 2001
Var 1991/2001
Densidade Hab/Km²
Viseu
83 601
93 501
11,8
186,5
Portugal
9 867 147
10 356 117
5,0
112,2


População do concelho de Viseu (1801 – 2006)
1801
1849
1900
1930
1960
1981
1991
2001
2004
[[2008]
33699
36049
54047
61140
79890
83261
83601
93501
96810
100167

Taxas de Natalidade e Mortalidade em Viseu e em Portugal

Natalidade em 2001 ‰
Tx. Mortalidade em 2001 ‰
Viseu
12,2
8,8
Portugal
10,9
10,2


A cidade tem três freguesias no centro histórico (São José, Santa Maria, Coração de Jesus), que contabilizam 21 555 habitantes e na cidade nova há mais seis freguesias (Abraveses, Orgens, Ranhados, Repeses, Rio de Loba e São Salvador) que contabilizam 29 028 habitantes, que totalizam 50 583 habitantes.
O perímetro urbano incluía além das anteriores mais cinco freguesias (Campo, Fragosela, Mundão, Vila Chã de Sá, São João de Lourosa e Fail), que contabilizam 17 065 habitantes, perfazendo no total quinze freguesias e 67 648 habitantes

Gastronomia
Vinhos
Vinho do Dão
Vinho Regional Beiras
Carnes
Vitela assada com arroz de forno
Cabrito assado
Rojões com morcela e baús cozidas
Rancho à moda de Viseu
Entrecosto com grelos e chouriço caseiro
Arroz de feijão
Arroz de carqueja
Peixe
Bacalhau à lagareiro
Trutas de escabeche
Bacalhau assado na brasa
Doces
Doces de ovos de Viseu
Lampreia de ovos
Pão-de-ló
Leite creme
Pastéis de feijão
Arroz doce
Castanhas de ovos de Viseu



CURIOSIDADES

Gentílico
Viseense
Área
507,10 km²
População
100 167 hab. (2008)
Densidade populacional
195 hab./km²
N.º de freguesias
34
Fundação do município (ou foral)
1123 (foral)
Região
Centro
Sub-região
Dão-Lafões
Distrito
Viseu
Antiga província
Beira Alta
Orago
orago maior:N. Sra. da Assunçãoorago menor:São Teotónio
Feriado municipal
21 de Setembro
Código postal
3514 Viseu
Endereço dosPaços do Concelho
Praça da República3514-501 Viseu
Sítio oficial
www.cm-viseu.pt
Endereço decorreio electrónico
apoiomunicipe@cm-viseu.pt

FOTOS DA CIDADE DE VISEU









LOGOTIPOS DE VISEU


TRABALHO REALIZADO POR: JOSÉ DAVID 11-f

Lamego e Vila Real

Lamego

Lamego é uma cidade portuguesa no Distrito de Viseu, Região Norte do Douro, com cerca de 18 218 habitantes no perímetro urbano e cerca de 11 000 no centro histórico. O município está situado na margem sul do rio Douro, a cidade fazia parte da província tradicional de Trás-os-Montes e Alto Douro e, segundo alguns, fazia parte da Beira Transmontana, da qual era a principal cidade. Considerada uma cidade monumental, sendo uma diocese portuguesa.

História
Cidade antiquíssima, datando já do tempo dos romanos, foi reconquistada definitivamente em 1057 por Fernando Magno de Leão aos mouros; quando os distritos foram instituídos em 1835 por uma reforma de Mouzinho da Silveira, Lamego foi inicialmente prevista como sede de distrito; mas nesse mesmo ano a sede do mesmo foi deslocada para Viseu, devido à sua posição mais central.
É sede da diocese de Lamego (a única diocese portuguesa que não corresponde a uma capital de distrito), e no concelho são numerosos os monumentos religiosos, dos quais se destacam a Sé Catedral, a Igreja de São Pedro de Balsemão e o Santuário da Nossa Senhora dos Remédios, que dá também o nome à Romaria anual cujo dia principal é o 8 de Setembro, que é também o feriado municipal.
Conhecida também pela sua gastronomia, nas qual se destacam os seus presuntos, o "cabrito assado com arroz de forno" e pela produção de vinhos, nomeadamente vinho do Porto, de cuja Região Demarcada faz parte, e pelos vinhos espumantes.

Vila Real


Vila Real é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Vila Real, na Região Norte e sub-região do Douro, com cerca de 25 000 habitantes.
Crescida num planalto situado na confluência dos rios Corgo e Cabril, a cidade está enquadrada numa bela paisagem natural (Escarpas do Corgo), tendo como pano de fundo as serras do Alvão e, mais distante, do Marão. Ao longo de mais de setecentos anos de existência, Vila Real ganhou os contornos que tem hoje, uma cidade de belos monumentos, onde se destacam os templos e as casas nobres, com os seus brasões bem à vista, algo que levou a que, outrora, fosse conhecida como a Corte de Trás-os-Montes.

História
A região de Vila Real possui indícios de ter sido habitada desde o paleolítico. Vestígios de povoamentos posteriores, como o Santuário Rupestre de Panóias, revelam a presença romana. Porém com as invasões bárbaras e muçulmanas verifica-se um despovoamento gradual.
Nos finais do século XI, em 1096, o conde D. Henrique atribui foral a Constantim de Panóias, como forma de promover o povoamento da região. Em 1272, como novo incentivo ao povoamento, atribuiu D. Afonso III foral para a fundação — sem sucesso — de uma Vila Real de Panoias, que alguns autores[5] defendem ter sido prevista para um local diferente do actual (provavelmente o lugar da Ponte na freguesia de Mouçós). Somente em 1289, por foral do rei D. Dinis, é fundada efectivamente a Vila Real de Panóias, que se tornará a cidade actual. No entanto, ao que parece[6], já em 1139 se chamava «Vila Rial» ao promontório onde nasceu a Vila Real actual, na altura pertencente à freguesia de Vila Marim.
A localização privilegiada, no cruzamento das estradas Porto-Bragança e Viseu-Chaves, permite um crescimento sustentado. A presença, a partir do século XVII, da Casa dos Marqueses, faz com que muitos nobres da corte também se fixem. Facto comprovado pelas inúmeras pedras-de-armas com os títulos de nobreza dos seus proprietários que ainda hoje se vêem na cidade.
Com o aumento da população, Vila Real adquiriu, no século XIX, o estatuto de capital de distrito e, já no século XX, o de capital de província. Em 1922 foi criada a diocese de Vila Real, territorialmente coincidente com o respectivo distrito, por desanexação das de Braga, Lamego e Bragança-Miranda, e em 1925 a localidade foi elevada a cidade.
Conheceu um grande incremento com a criação da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em 1986 (embora esse já viesse a acontecer desde 1979, com o Instituto Universitário de Trás-os-Montes e Alto Douro, sucessor do Instituto Politécnico de Vila Real, criado em 1973), que contribuiu para o aumento demográfico e revitalização da população.
Nos últimos anos, foram criados em Vila Real vários equipamentos culturais, que trouxeram novo dinamismo à cidade, como o Teatro de Vila Real e o Conservatório de Música, e a transferência da Biblioteca Municipal e do Arquivo Municipal para edifícios específicos para esse fim. Foram também valorizadas várias áreas da cidade, como o antigo Bairro dos Ferreiros e a área envolvente do Rio Corgo.
Actualmente, Vila Real vive uma fase de crescente desenvolvimento, a nível industrial, comercial e dos serviços, com relevo para a saúde, o ensino, o turismo, etc, apresentando-se como local de eleição para o investimento externo.

Lenda e origem da palavra Aleu
No Grande Dicionário da Língua Portuguesa, da Porto Editora, a palavra aleu apresenta como significado «vara» e, em sentido figurado, «alívio», «descanso». No mesmo dicionário diz-se que a sua origem é obscura; porém, existe em latim o termo aleo, aleonis, que significa «jogador» e que poderá estar na origem da palavra aléu, que se encontra inscrita no brasão da cidade de Vila Real.
Segundo uma lenda, durante o reinado de D. João I (ou de D. Dinis), estaria um grupo de rapazes em Vila Real a jogar o jogo da choca (uma espécie de hóquei, mas sem patins e cuja bola é uma pedra, diz-se na mesma lenda), com um pau a que davam o nome de "aleo". O rei terá criticado a sua despreocupação, num momento de perigo, em que estavam a entrar em guerra. Um dos rapazes teria respondido que com o mesmo aléu com que jogavam a choca tratariam dos inimigos. Satisfeito com a resposta, o rei mandou que a palavra aléu fosse inscrita no brasão da cidade.
A varias lendas sobre a origem da palavra sendo esta mais veridica.

Gastronomia
A gastronomia vilarealense é rica em doces conventuais, como os ”Toucinho do Céu”, os “Pitos de Santa Luzia”, as “Ganchas de S. Brás”. Estes dois últimos têm uma tradição: no dia 13 de Dezembro, as raparigas compram pitos para oferecer aos rapazes, e dia 3 de Fevereiro, dia de S. Brás, os rapazes retribuem, oferecendo a gancha. Como pratos típicos, servem-se em Vila Real, tripas aos molhos, cabrito assado com arroz de forno, vitela assada (Maronesa), joelho da porca e diversos pratos de bacalhau, etc. Tradicionais são também as bolas de carne, os covilhetes, as cristas de galo, as tigelinhas de laranja e os cavacórios.

Clima
Devido à sua situação geográfica (as Serras do Marão e Alvão actuam como barreiras naturais), Vila Real tem um clima de extremos: tem um Inverno bastante prolongado, sendo o frio constante, chegando as temperaturas frequentemente abaixo dos 0°C; é comum nevar pelo menos uma vez por ano. O Verão é bastante quente. Os dias intermédios são raros, sendo as diferenças de temperatura bastante bruscas. Estas características deram origem ao provérbio “Nove meses de Inverno, três meses de inferno”.

Curiosidades
Vila Real foi a quarta localidade portuguesa a ter abastecimento público de electricidade, depois de Lisboa, Porto e Braga. Mas foi a primeira a produzir energia hidroeléctrica, quando corria o ano de 1894.
Desde o foral de D. Afonso III (1272) que o brasão de Vila Real ostentava uma mão segurando uma espada com a ponta virada para cima. No entanto, em 1641, na sequência da Restauração da Independência (1 de Dezembro de 1640), os Marqueses de Vila Real abraçaram a causa da união com Espanha, pelo que, como castigo, D. João IV ordenou que daí em diante a espada figurasse com a ponta virada para baixo, em sinal de desonra. Só em 1941, na sequência de um requerimento da Câmara Municipal ao Ministro do Interior, é que a espada voltou à sua posição original, terminando com 300 anos de vergonha.

Caso queiras saber mais sobre estes dois municípios basta consultares os seguintes link's:

http://www.cm-lamego.pt/

http://www.cm-vilareal.pt/

Évora


A cidade de Évora é o principal pólo urbano da região, em termos populacionais e funcionais. A dinâmica social e económica da cidade tem conseguido contrariar a tendência da região no seu conjunto, mantendo um crescimento idêntico ao de outras cidades médias portuguesas.
A urbanização crescente da população apresenta-se com o incremento da transferência da população dos aglomerados de pequena dimensão para os centros urbanos. Assim, como Portugal apresenta uma taxa de urbanização muito inferior ao resto do espaço europeu tudo indica que a dinâmica de crescimento dos centros urbanos continue a apresentar valores substancialmente mais elevados que as regiões envolventes.
Évora apresenta ainda um saldo migratório positivo, aliás prevê-se que em 2016 o suporte do crescimento da população será este movimento migratório. Neste momento, Évora possui cerca de 41 159 habitantes.
"Pela sua localização, Évora constitui-se assim como espaço charneira entre o litoral alentejano e a Estremadura espanhola. De facto, a plataforma portuária de Sines assegura o transporte marítimo de cargas entre o sul e o norte da Europa, bem como o acesso rodoviário (pelas vias IC33, IP2 e A6) a toda a Europa, através da cidade-porta de Elvas. Admite-se que esta dinâmica seja reforçada no futuro através do corredor ferroviário do TGV que terá uma paragem em Évora. Refere-se ainda a importância para a região e para o concelho de Évora da articulação possível com o Empreendimento de Fins Múltiplos do Alqueva e com o Aeroporto de Beja."


Grupo:
Ana Sofia
Andreia Cardoso 11ºF
Cátia Martins
Rita Silva

Leiria







Leiria

O distrito de Leiria divide - se em 16 municípios:
• Alcobaça
• Alvaiázere
• Ansião
• Batalha
• Bombarral
• Caldas da Rainha
• Castanheira de Pera
• Figueiró dos Vinhos
• Leiria
• Marinha Grande
• Nazaré
• Óbidos
• Pedrógão Grande
• Peniche
• Pombal
• Porto de Mós
População
O concelho mais populoso é o de Leiria, que é o único com mais de cem mil habitantes. Fora Leiria, apenas Alcobaça, Caldas da Rainha e Pombal têm mais de 50 mil habitantes. Os concelhos situados no nordeste têm vindo a perder população nos últimos anos .Leiria é o concelho com menor percentagem de população com mais de 65 anos. Leiria, Caldas da Rainha e Marinha Grande são os concelhos cuja população mais tem crescido.
Transportes
Relativamente ao transporte ferroviário, verifica-se uma debilidade, devido à visível decadência da linha do Oeste. Contudo, esta situação poderá vir a ser alterada com a definição da futura linha de alta velocidade. O concelho de Pombal é servido pela Linha do Norte, a principal linha ferroviária portuguesa. Quanto à rede viária, o distrito é cruzado pela A1, e pela A8, até à cidade de Leiria, sendo as acessibilidades aos restantes concelhos facilitadas por IPs e ICs. Existem ainda importantes portos de pesca em Peniche e na Nazaré, a cobertura em quase todos os concelhos por parques industriais e pela rede de gás natural, estando a caminho da totalidade o abastecimento de agua e o saneamento básico.



by: Rita Sampaio e Diana Vieira